quinta-feira, 12 de julho de 2012

Novo kit-gay` estaria sendo distribuído; bancada evangélica pede explicações


Pedagogo é membro do Instituto de Ensino Superior de SP e apresentou livros do suposto novo kit
 kit-gay, material lançado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) durante o mandato de Fernando Haddad, foi vedado pela presidente Dilma Rousseff após pressão da bancada evangélica, porém, segundo o pedagogo e diretor de uma escola em São Paulo, Felipe Nery, um material similar estaria sendo distribuído entre alunos da rede pública e privada, com aval do MEC.
Nery foi ouvido na última terça-feira, 04/07, pela Frente Parlamentar Evangélica durante uma reunião sobre o assunto. O pedagogo afirmou que os livros trazem figuras com apologia à homossexualidade, bissexualidade e transexualidade.
O pedagogo é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo, e apresentou três livros que fazem parte do suposto novo kit-gay que o MEC estaria distribuindo nas escolhas públicas. De acordo com informações de Sandro Guidalli, do blog Fé em Jesus, os títulos são “Porta Aberta”, voltado para alunos de seis anos, da autora Mirna Lima e editado pela FTD; “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, voltado para alunos de 10 e 11 anos, das autoras Patricia Mata e Lydia R. e editados pela Ciranda Cultural; e “Menino brinca de boneca?”, para todas as idades, de Marcos Ribeiro e editado pela editora Moderna.
Felipe Nery relata que os livros fazem apologia explícita à homossexualidade: “Nos livros podemos ver que são apresentadas figuras, dentre as quais há uma família dita normal mas onde também colocam dois homens e uma criança, duas mulheres e uma criança, criança sem o pai, os avós cuidando, filhos adotivos, etc. Isso não deveria nem constar nos livros para crianças de seis anos de idade que estão trabalhando a história desta forma. O ‘kit-gay’, de uma outra maneira, entrou nas escolas brasileiras”, afirmou.
O primeiro livro traz um “jogo da memória” com figuras que representem casais homossexuais com filhos, enquanto que no segundo, são apresentadas imagens com instruções para usar preservativos. O livro “Menino brinca de boneca?” traz no prefácio um texto da senadora Marta Suplicy (PT-S), defensora do PL 122.
Essa distribuição acontece nos casos de escolas que não possuem um projeto pedagógico completo, segundo Nery: “O colégio tem a opção de ter o seu próprio trabalho ou adotar o que o governo apresenta e o que ele apresenta são materiais como esse. Esses que apresentei aqui não são escritos pelo governo mas qualquer material que tem o símbolo do MEC vem com esta ideologia, não há diferença nenhuma nas editoras, há apenas um viés ideológico favorável ao homossexualismo, bissexualismo e transsexualismo”.
O pedagogo alerta que os pais devem acompanhar o material que é usado na educação de seus filhos: “O problema é que nós, pais, muitas vezes não vemos isso aqui. O diretor de colégio não vê isso aqui, ele confia no professor. Para o diretor é muito difícil ver todos os livros porque são pilhas e pilhas no final do ano para analisar. O professor é que vai ver o material. Muitas vezes o colégio ganha os livros que vão para a biblioteca e quem vai ver será o aluno. São centenas de editoras que trazem o mesmo tipo de material que é a ideologia implementada pelos ativistas homossexuais”, observou.
Os parlamentares da bancada evangélica farão uma comissão para analisar a denúncia do pedagogo e os livros apresentados por ele durante a reunião. O deputado federal Filipe Pereira (PSC-RJ) afirmou que deverão ser cobradas explicações do atual ministro da educação, Aloízio Mercadante (PT-SP): “Como ação política, antes mesmo de qualquer outra de natureza jurídica, defendo ir ao ministro e cobrar dele as explicações devidas”, pontuou.


´Novo kit-gay` estaria sendo distribuído; bancada evangélica pede explicações

Youcef Nadarkhani| Acusação de apostasia continua, diz ACLJ

"Comunidade internacional deve estar consciente de possível desonestidade do Irã"
O Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ) está refutando um relatório recente de que o Irã possivelmente mudou sua sentença de morte por apostasia para o cristão evangélico Youcef Nadarkhani, que foi preso em outubro de 2009 por sua fé.
O ACLJ, que tem estado fortemente envolvido no caso do pastor, diz que, embora um novo relatório do Ministério Present Truth indica que talvez os encargos de Nadarkhani terem sido alterados de apostasia para crimes contra a segurança nacional, a comunidade internacional deve estar consciente de possível desonestidade do Irã.
"Não temos informação de que o regime tenha absolvido o Pastor Youcef da acusação de apostasia para o qual ele foi condenado à morte. O regime iraniano tem sido desonesto repetidamente no passado. Até que vejamos o Pastor Youcef andar livremente, não podemos confiar em nada que o regime possa dizer ou fazer," Jordan Sekulow, do conselho executivo para o ACLJ, disse ao The Christian Post via e-mail sexta-feira.
A confusão começou quando o Ministério Present Truth, que também tem acompanhado de perto o caso de Nadarkhani, recebeu a notícia que novo julgamento Nadarkhani foi marcado para 08 de setembro, e que ele, presumivelmente, será julgado por crimes contra a segurança nacional.
"Assumimos implicitamente que isso significa que as acusações de apostasia foram abandonados desde que as novas acusações foram emitidas, mas não temos confirmação disso", disse o ministro quinta-feira.
O ACLJ continua a argumentar, no entanto, que nenhuma evidência de uma mudança nas acusações ocorreu e que a comunidade internacional deve ainda reconhecer a sentença de morte de Nadarkhani. "Queremos afastar qualquer rumor de que a acusação de apostasia [de Nadarkhani] atual, pelo qual ele foi condenado à morte, foi removida. Até que o regime incondicionalmente exonere e libere o Pastor Youcef, sua pena é a apostasia", disse Sekulow CP na sexta-feira.
"Ssempre houve uma possibilidade de que o regime pudesse trazer acusações novas ou adicionais contra Youcef Pastor para justificar suas ações. Mas especular as novas acusações não confirmadas que também significa que o regime removeu a ameaça de morte cria um perigo que o mundo pare de prestar atenção", acrescentou.
Nadarkhani, um pastor doméstico, foi preso em outubro de 2009 e acusado de apostasia por tentar evangelizar muçulmanos. Em setembro 2011, a agência iraniana de notícias semi-oficial, a Fars News, informou que Nadarkhani estava sendo julgado por acusações de estupro, extorsão e sionismo, relatou o The Christian Post anteriormente.
Documentos do tribunal que vazaram mais tarde esclareceram que Nadarkhani estava de fato a ser julgado por apostasia, e os críticos suspeitam que o relatório de notícias do incorreto Fars News seria uma tentativa de aliviar a pressão internacional sobre acusações baseadas religião de Nadarkhani.
Nadarkhani continua a aguardar a sua data da corte de setembro 8 na prisão, enquanto sua esposa, Fatema Pasindedih, e seus dois filhos, esperam por mais notícias.
Seu advogado, Mohammad Ali Dadkhah, também espera por mais notícias sobre o seu destino legal, porque um juiz notificou-o em maio que estava sendo condenado a nove anos de prisão por crimes contra a segurança nacional.
Dadkhah ainda tem que ser preso, e críticos especulam que esta era uma ameaça em nome do governo iraniano para intimidar Dadkhah e talvez impedir seu desejo de representar legalmente Nadarkhani.
Pastor Youcef Nadarkhani



Fonte :AD Alagoas

terça-feira, 10 de julho de 2012

Entrevista de emprego: como lidar com o silêncio constrangedor


silencio
Entrevista de emprego é o tipo de situação que deixa qualquer pessoa mais ansiosa do que o normal. Agora, o que fazer quando após uma resposta segue-se um longo silêncio?
Candidato e recrutador se encarando (ou, pior, recrutador encarando o relógio) e ninguém diz uma palavra. Será que o entrevistador deixa estes hiatos na conversa acontecerem propositalmente?
Para Sérgio Sabino, da Michael Page, a resposta é não. “Os recrutadores são treinados para deixar o candidato à vontade e poder tirar dele o que há de melhor”, diz. Ele defende que esses silêncios nada mais são do que parte comum da conversa.
Já Rodrigo Forte, da EXEC, afirma que essa é uma técnica conhecida entre recrutadores como a “técnica do silêncio”. Segundo ele, o entrevistador pode se usar desse artifício quando o candidato é muito superficial na resposta.
“A gente tenta ver se ele se constrange e traz respostas mais completas”, fala. Forte ainda completa dizendo que o silêncio constrangedor pode ser uma maneira de avaliar o nível de desenvoltura do candidato.
Há, ainda, uma terceira explicação para aqueles momentos chatos em que ninguém fala. André Magro, da Hays, sugere que existe a possibilidade de o recrutador estar usando esse tempo para se organizar.
“Às vezes, a gente precisa de um tempo. O entrevistador precisa avaliar e entender as respostas de um candidato que, não raro, está bastante nervoso”, diz.
Mas… e o que fazer nessas horas?
Independente do motivo pelo qual o tal do hiato aconteceu, o certo é que quanto mais tempo ele durar, mais inseguro o candidato fica. Os três especialistas podem ter imaginado razões distintas como causa, mas concordam em uma solução: o candidato tem de aproveitar esse momento para falar.
“O entrevistado tem de tentar manter o diálogo e despertar o interesse do recrutador. Por isso, é importante ter atenção na linguagem corporal e saber se adaptar”, explica André Magro.
Rodrigo Forte diz que o entrevistador tem de aproveitar o silêncio para continuar desenvolvendo a última pergunta “ou levantar outro ponto que considere positivo e importante a seu respeito”, completa. Uma outra opção para quem não quer cair no erro de “falar só por falar” é questionar o próprio entrevistador. Afinal, há espaço para conversa nas entrevistas de emprego. “A dica é perguntar coisas como “tem mais alguma coisa que você gostaria de saber sobre minhas experiências profissionais?”, por exemplo”, diz Forte.
“No fim das contas, o importante é entrar na entrevista com tranquilidade, demonstrar interesse no entrevistador e na empresa e mostrar suas melhores qualidades sempre que tiver a oportunidade”, finaliza Sabino.

Fonte :revista geração jc

Participe do 1º Concurso Talento Gospel em Jequiá da Praia


Qualquer pessoa poderá participar, mas terá que cantar música de estilo gospel
O vocal Mictan, em parceria com a Assembleia de Deus em Jequiá da Praia, no litoral alagoano, está preparando o 1º Concurso Talento Gospel. Vai ser a oportunidade de demonstrar o artista que há dentro de cada um.
O concurso, segundo os organizadores, é destinado ao público em geral, tanto evangélico e não evangélicos. Ou seja, qualquer pessoa poderá participar, mas terá que cantar música de estilo gospel.
Haverá premiações para as primeiras colocações: 3º lugar: celular e troféu; 2º lugar: aparelho de som e troféu; e 1º lugar: tablet e troféu. E quem não quiser concorrer, pode prestigiar esse show de talentos. A entrada será R$ 2.
Os interessados devem entrar em contato com organizadores do evento por meio dos contatos (82)9677-7709/ 9978-4265/ 9623-0666/ 9622-9947/ 9959-6561 .




segunda-feira, 9 de julho de 2012

Número de evangélicos aumenta 61% em 10 anos, aponta IBGE


O número de evangélicos no Brasil aumentou 61,45% em 10 anos, segundo dados do Censo Demográfico divulgado nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2000, cerca de 26,2 milhões se disseram evangélicos, ou 15,4% da população. Em 2010, eles passaram a ser 42,3 milhões, ou 22,2% dos brasileiros. Em 1991, o percentual de evangélicos era de 9% e, em 1980, de 6,6%.A queda do percentual de católicos é histórica, de acordo com o instituto. Até 1970, em quase 100 anos, a queda foi de 7,9 pontos percentuais: o número de católicos em 1872 (ano do primeiro Censo) representava 99,7% da população e passou a 91,8% em 1970.

O Nordeste ainda mantém o maior percentual de católicos, com 72,2% em 2010. Apesar de ser a região do país com maior concentração do grupo religioso, a população nordestina católica sofreu queda. Em 2000, o percentual era de 79,9%. No Sul, o IBGE também identificou redução do percentual de católicos, saindo de 77,4% para 70,1% nos censos de 2000 e de 2010, respectivamente.
A maior redução foi registrada pelo instituto no Norte, passando de 71,3% da população em 2000 para 60,6% em 2010.O IBGE registrou que, ao mesmo tempo em que o número de católicos caiu no Norte e no Nordeste, o número de evangélicos cresceu com maior volume nas duas regiões. A representatividade no Norte saiu de 19,8% (2000) para 28,5% (2010). No Nordeste, o aumento de evangélicos foi menor, saindo de 10,3% para 16,4%, se comparados os Censos de 2000 e de 2010, respectivamente.
No estado do Rio de Janeiro, o percentual de católicos é 45,8% da população em 2010, o menor do país, segundo o IBGE. No estado também foi registrada a maior concentração de espíritas com 4%; seguido de São Paulo, com 3,3%; Minas Gerais, com 2,1%; e Espírito Santo, com 1%.
No Piauí, o percentual de católicos foi o maior, com 85,1% da população do estado. A proporção de evangélicos foi maior em Rondônia, com 33,8%. A menor foi registrada no Piauí, com 9,7%.
O IBGE registrou que 15 milhões de pessoas se declararam sem religião no Censo de 2010, o que representa 8% dos brasileiros. Em 2000 eram 12,5 milhões, o equivalente a 7,3% da população.
O Censo 2010 também apontou que 31,5% dos espíritas têm nível superior completo, apenas 1,8% das pessoas não têm instrução e 15% têm ensino fundamental incompleto. Outros 1,4% dos espíritas não são alfabetizados.
Os católicos têm 6,8% das pessoas sem instrução e 39,8% com ensino fundamental incompleto. No grupo dos que se declaram sem religião o percentual de pessoas sem instrução é de 6,7% e outros 39,2% têm ensino fundamental incompleto. Entre os evangélicos o percentual chega a 6,2% (sem instrução) e a 42,3% (com ensino fundamental incompleto).


Mesmo com o crescimento de evangélicos, o país ainda segue com maioria católica. Segundo o IBGE, o número de católicos foi de 123,3 milhões em 2010, cerca de 64,6% da população. No levantamento feito em 2000, eles eram 124,9 milhões, ou 73,6% dos brasileiros. A queda foi de 1,3%.

Número de brasileiros em cada religião/Censo 2010
ReligiãoPopulação
Católica apostólica romana123.280.172
Evangélicas42.275.440
Espírita3.848.876
Umbanda, candomblé e religiões afrobrasileiras588.797
Outras religiões5.185.065
Sem religião15.335.510
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE)

Brasileiros, por sexo, em cada religião/Censo 2010
ReligiãoHomensMulheres
Católica apostólica romana61.180.31662.099.856
Evangélicas18.782.83123.492.609
Espírita1.581.7012.267.176
Umbanda, candomblé e religiões afrobrasileiras269.488319.310
Outras religiões2.364.6961.122.524
Sem religião9.082.5076.253.004
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE)

Fonte :G1.globo.com

Criada nova biblioteca on-line para evangelismo


A Igreja do Exército do Centro de Sheffield e do Grupo de Igrejas para a Evangelização lançaram uma biblioteca on-line para pessoas interessadas em evangelismo. O Sheffield Centre Library Online de Pesquisa Evangelismo (SCOLER) oferece acesso gratuito a artigos de pesquisa e teses ao nível mestrado e doutorado.Local oferecerá acesso gratuito a artigos de pesquisa e teses de mestrado e doutorado
A biblioteca foi criada para tornar as pesquisas mais recentes em evangelismo disponíveis para toda a Igreja e encorajar uma maior reflexão sobre a missão. As teses aparecerão ao lado do resumo completo, detalhes sobre o autor, a faculdade que validou os trabalhos, e um PDF para download.
Laurence Keith, pesquisador do Centro de Sheffield, disse: "Tem havido uma série de grandes trabalhos feitos pela Igreja do Exército e por outras ao longo dos últimos oito anos para divulgarmos. Uma das críticas deste movimento foi a percepção de que houve um pouco de pensamento por trás do ativismo. SCOLER vem, de alguma maneira, corrigir este equilíbrio, mostrando que algumas pesquisas bem reflexivas têm ido para o campo”.
Keith espera que a biblioteca on-line “possa tornar-se um recurso valioso tanto para pessoas que fazem suas próprias pesquisas quanto para aqueles que estão à procura de alguma reflexão teológica séria sobre evangelismo e novas formas de igreja". Qualquer pessoa com um mestrado ou doutorado na área de evangelismo está sendo convidada a apresentar seu trabalho para a biblioteca.

Fonte :ADAlagoas

Café pode reduzir riscos de câncer de pele


Quanto maior o consumo de café, menor os riscos de desenvolver câncer de pele do tipo carcinoma basocelular
Quanto maior a ingestão de café com cafeína durante o dia, menores os riscos de desenvolver carcinoma basocelular, tipo de câncer de pele mais comum e menos agressivo. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Harvard, foi publicada no Cancer Research, um periódico da Associação Americana para a Pesquisa em Câncer.
“Não recomendaria, no entanto, o aumento no consumo de café com base apenas nesses dados”, diz Jiali Han, da Escola de Medicina de Harvard e responsável pela pesquisa. A descoberta engrossa a lista de condições que têm o risco reduzido com o consumo regular de cafeína – entre elas, estão o diabetes tipo 2 e a doença de Parkinson.
O carcinoma basocelular é o tipo de câncer de pele mais diagnosticado nos Estados Unidos – país onde foi realizado o estudo. “Dado o grande número de novos casos, uma mudança na dieta que tenha quaisquer efeitos protetores pode ter um impacto importante na saúde pública”, diz Han. No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), 70% dos mais de 134.000 novos casos de câncer de pele não melanoma que devem ser diagnosticados em 2012 serão do tipo carcinoma basocelular.
Pesquisa – No levantamento, foram analisados dados de 112.897 participantes, dos quais 22.786 desenvolveram carcinoma basocelular durante os mais de 20 anos de acompanhamento. Uma associação inversa foi observada entre o consumo de café e os riscos para a doença – o café descafeinado, no entanto, não foi associado com a redução dos riscos. "Esses resultados sugerem que é o café com cafeína o responsável pela redução nos riscos de carcinoma basocelular", diz Han. "Isso seria consistente com dados já publicados sobre pesquisas animais, que indicam que a cafeína pode bloquear o desenvolvimento de tumores na pele."
Em contraste às descobertas, tanto o consumo de café ou somente o da cafeína (em chás, por exemplo) não foram associados com duas outras formas de câncer de pele mais letais – melanoma e carcinoma de células escamosas. No grupo estudado, houve 1.953 casos de carcinoma de células escamosas e 741 de melanoma. "É possível que esses números sejam insuficientes para quaisquer associações com o consumo de café", diz Han.

Prevenção natural: o consumo de café com cafeína ajuda a evitar o desenvolvimento de carcinoma basocelular
Fonte :ADAlagoas